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FÓRUM SOCIAL MUNDIAL

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1ª RÁDIO INDÍGENA

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Itair Linchim

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Cabine de Comando - Aeronave Embraer 190

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Ivan Lessa: A volta do vinil - BBC Brasil

sábado, 18 de setembro de 2010




Era um ritual simples e gostoso. Você tirava o bichinho da capa, punha no prato da vitrola, pegava a pequena alavanca do braço (ou pick-up), virava para o lado que queria (78 ou 33 e 45) e, com cuidado, deixava pousar no sulco do disco.




Daí ficava curtindo o som gordo e amigo. E, às vezes tinha uns estalinhos ou chiado. Igualzinho à vida. E tome polca, com ou sem Adelaide Chiozzo. Ou valsa, samba, chorinho, fox-trot, Bach, Beethoven, Mozart.
Nessa desordem que chamam de progresso, se fué o vinil. Digitalizamo-nos. Viramos vítimas das “armas espertas” daqueles que manobram a tecnologia das indústrias.
Fomos invadidos como um Iraque e nos deram até o relativíssimo poder de decidir nossa constituição. Contanto, é lógico, que não fosse analógica e em vinil.
Não satisfeitos, tacaram o MP3. Nome que bem define o torpedo arrasador que nos acabou com a vida. Nem vou falar das capas dos LPs. Uma arte que também acabou.
Capinhas dos 45 rotações, agora chamados de singles, como corretores safados registrados com nome falso em motel, também dava para virar arte. Bastaria imaginação e engenho.
Tudo acabado, como cantava Dalva de Oliveira. Mas acabado mesmo?
Não é o que informa a BPI, ou seja, a Indústria Fonográfica Britânica (eles morrem de vergonha desse “fonográfica”). O vinil está voltando. Feito Madonna, para ficar numa comparação desagradável porém inteligível ao grande público.
Dizem os números que as vendas dos singles aumentaram em 87,3%. E mencionam o cidadão Paul Weller que vendeu 55,44% em CD e 38,56% em vinil. Que bom para o vinil. Tanto se me dá o tal de Weller.
Por fim, a HMV, a maior rede de lojas de discos do Reino Unido, vem se gabando de que nunca vendeu tanto vinil quanto neste ano, agora, neste século que nos põe para rodar na vitrola. Ou fonógrafo. Ou toca-discos. Ou aparelho de som. Qualquer coisa. Contanto que seja em vinil.
Um dia, ainda chegaremos a Artie Shaw, Charlie Parker, Sarah Vaughan, por aí. Tudo em vinil.
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RÁDIO NA ESCOLA DONA VENÂNCIA - ITUMBIARA / GOIÁS

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

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Cientistas recolhem energia da atmosfera

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Domingo, 29 de agosto de 2010 - 11h00
Cientistas da Unicamp demonstram que água presente na atmosfera pode transferir cargas elétricas para determinados materiais


SÃO PAULO - Durante muito tempo a ciência considerava que a gotículas de água presentes na atmosfera eram eletricamente neutras, assim permanecendo mesmo depois de entrar em contato com as cargas elétricas de partículas dispersas no ar.

Mas um experimento realizado por cientistas brasileiros demonstrou que a água na atmosfera pode adquirir cargas elétricas e transferi-las para outros materiais. A descoberta abre caminho para o futuro desenvolvimento de dispositivos capazes de coletar eletricidade diretamente do ar, utilizando-a para abastecer residências, fábricas ou veículos, por exemplo.

Partículas minúsculas de sílica e de fosfato de alumínio foram utilizadas no experimento. A equipe coordenada por Fernando Galembeck, professor titular do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), demonstrou que, na presença de alta umidade, a sílica se torna mais negativamente carregada, enquanto o fosfato de alumínio ganha carga positiva. A eletricidade proveniente da umidade foi denominada pelos cientistas como “higroeletricidade”.

“Com um dispositivo simples, conseguimos verificar que é possível gerar voltagem a partir da umidade do ar. Essa prova conceitual poderá abrir caminho, no futuro, para que se possa usar a eletricidade da atmosfera como uma fonte de energia alternativa. Mas ainda não podemos prever quanto tempo levará para desenvolver uma tecnologia desse tipo”, disse Galembeck à Agência FAPESP.

O pesquisador, que coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) em Materiais Complexos Funcionais, apresentou os resultados do estudo na última quarta-feira (25/8), durante a reunião da American Chemical Society (ACS), em Boston, nos Estados Unidos. O INCT de Materiais Complexos tem apoio da FAPESP e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Segundo Galembeck, relatos experimentais do século 19 já associavam a interface ar-água a fenômenos eletrostáticos. O britânico William Thomson, conhecido como Lord Kelvin (1824-1907), idealizou um equipamento que ele denominou “condensador de gotas de água” para reproduzir o fenômeno experimentalmente. Mas, até hoje, a ciência não havia sido capaz de descrever os mecanismos do acúmulo e da dissipação das cargas elétricas na interface ar-água.

“Mostramos que a adsorção do vapor de água sobre superfícies de materiais isolantes ou de metais isolados – protegidas em um ambiente blindado e aterrado – leva à acumulação de cargas elétricas sobre o sólido, em uma intensidade que depende da umidade relativa do ar, da natureza da superfície usada e do tempo de exposição”, disse Galembeck.
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TESTE DE FOGUETE

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Ciência

ONG cria foguete para passeio espacial

Paula Rothman, de INFO OnlineTerça-feira, 24 de agosto de 2010 - 12h09


Divulgação
ONG cria foguete para passeio espacial
Um boneco faz as vezes de tripulante no HEAT




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TECNOLOGIA 3D (fonte: Baixaki)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Como funciona a tecnologia 3D?

Tecnologia já é realidade em cinemas, televisores, na internet e até mesmo em celulares. Saiba como funciona o 3D.

Por Wikerson Landim em 23/7/2009

Realidade em três dimensões. Certamente você já ouviu falar sobre esse conceito. Os efeitos em terceira dimensão estão se tornando cada vez mais comuns em nosso cotidiano e, para um futuro próximo, parecem estar encaminhando para se tornar a nova febre do mundo do entretenimento.

Mas o que poucos sabem é que, embora esta tecnologia só agora tenha começado a se desenvolver, seus princípios e as primeiras experiências já têm  mais de meio século. Para se ter uma ideia em 1952, nos Estados Unidos, foi exibido o primeiro filme em 3D nos cinemas. Claro, nada como é apresentado nas modernas salas de hoje em dia, mas a experiência de ter a impressão de ver as imagens saindo da tela – ainda que precária – causou furor no público.

Assim, durante toda a década outras experiências foram feitas, mas à época as prioridades eram outras. Era preciso aprimorar o som, o formato de exibição de imagem, reformar as salas de cinema e aprimorar os óculos de papel - com uma lente azul e outra vermelha – que além de ser desconfortáveis causavam dor de cabeça e enjoo em algumas pessoas.

Afinal, como é feito o 3D e por que vemos em três dimensões?

A terceira dimensão não existe,  é apenas uma ilusão da sua mente. Literalmente. E isso é possível graças a um fenômeno natural chamado estereoscopia. Apesar do nome complicado trata-se apenas da projeção de duas imagens, da mesma cena, em pontos de observação ligeiramente diferentes.

Seu cérebro, automaticamente, funde as duas imagens em apenas uma e,  nesse processo, obtém informações quanto à profundidade, distância, posição e tamanho dos objetos, gerando uma ilusão de visão em 3D.

Para que isso seja possível, no entanto, a captação dessas imagens não é feita de uma forma qualquer. Lembre-se que o efeito 3D é composto por duas imagens projetadas em pontos distintos. Logo, na captação, devem ser filmadas duas imagens ao mesmo tempo. Essa correção de enquadramento é feita por softwares específicos, em tempo real, que reduzem as oscilações na imagem, deixando a composição mais realista.
A sua percepção é que faz a diferença no 3D

A câmera estereoscópica simula a visão do olho humano. Cada lente é colocada a cerca de seis centímetros uma da outra (já que essa é a distância média entre os olhos de uma pessoa). E nesse processo ainda devem ser controlados zoom, foco, abertura, enquadramento (que deve ser exatamente o mesmo) e o ângulo relativo entre elas. Não é uma tarefa fácil ou que você possa fazer na sua casa. Ou melhor, até é possível, mas é um processo bem trabalhoso.

Um truque utilizado pela indústria é filmar através de uma lente e usar um espelho para projetar uma imagem deslocada em uma segunda lente. A imagem refletida é girada e invertida antes da edição do filme. E, por se tratar de um espelho, é preciso fazer ainda as correções de cores e brilhos necessárias para que não dê a impressão de imagens distintas.

Porque o 3D é a menina dos olhos do entretenimento

Grande parte das tecnologias desenvolvidas para as áreas de entretenimento nasceram de experiências realizadas primeiramente no mundo do cinema. E o cinema, por sua vez, “brinca” de ser laboratório apenas quando se sente ameaçado. Foi assim quando a TV se desenvolveu que o cinema procurou aperfeiçoar a qualidade das projeções.

Quando a TV começou a crescer, com o home vídeo, vieram as novidades em termos de som e imagens digitais. E agora, quando ter um cinema em casa já não é mais novidade e o acesso a qualquer produto de entretenimento ficou mais fácil graças  à internet, os efeitos em 3D surgem como uma salvação para a indústria.
Telas em 3D começam a chegar ao Brasil.

As explicações para isso são simples. Em primeiro lugar o 3D, por enquanto, é a arma mais eficaz para combater a pirataria. Qualquer espectador mal intencionado, com uma câmera na mão, que tentar entrar numa sala de exibição 3D para tentar filmar a tela e jogar na internet vai se dar mal. Sem os óculos especiais as imagens que compõe a projeção 3D não passam de um borrão na tela.

Com o avanço das tecnologias de home theater, é bem possível que muitas pessoas já tenham em casa  salas de cinema melhor estruturadas do que muitos cinemas pequenos, com antigas estruturas. Com isso, muito se perguntam: porque pagar mais caro para ver um filme no cinema se pode ver com uma qualidade quase igual no conforto da minha casa? Nesse quesito o 3D surge com um diferencial. Afinal, por mais que exista qualidade de projeção, ainda não existe nada feito em 3D para ser exibido em home vídeo com a mesma qualidade que você encontra nas telonas.

As salas de cinema IMAX

Em termos de tecnologia 3D não há novidades nas salas de cinema IMAX. O que acontece nelas é a potencialização tanto do áudio quanto do vídeo nas melhores condições possíveis para que sua experiência seja algo realmente tridimensional.

A começar pelo tamanho da tela. Ela mede 12 metros de altura por 22 metros de largura. São 264 metros quadrados apenas de tela. Além disso, o som utilizado nessas salas chega a ter 14 mil watts de potência. Mesmo em condições normais de projeção, sem o 3D, isso já o suficiente para  deixá-lo  bastante impressionado.

Realismo absoluto nas cenas em terceira dimensão.

A geometria das salas também é personalizada, visando maximizar o campo de visão do espectador. A tela de uma sala IMAX é levemente côncava, o que colabora para a ampliação do campo. Por enquanto no Brasil são apenas duas salas. Uma em São Paulo e, a maior delas, em Curitiba.

Questão de tempo para outra mudança acontecer

Se a indústria cinematográfica é pioneira, por outro lado, não é a única e também está sujeita  a evolução cada vez mais rápida das novas tecnologias. A maior prova disso é que, enquanto o 3D dá os primeiros passos nos cinemas brasileiros (atualmente o país conta com 67 salas de exibição nesse formato) fora da grande tela outras mídias já dão seus primeiros passos em direção a essa nova realidade.

Nesta semana o YouTube disponibilizou um dos primeiros vídeos de experimentação em 3D do site. A ideia é que os usuários, tendo em mãos um dos vários tipos de óculos que permitem a visualização de imagens em três dimensões, possam relatar o que viram e, com isso, possa ser aprimorada a experiência de exibições como essa.

Com as televisões não é diferente. No início do ano, durante a CES (Consumer Electronics Show) 2009, uma das principais feiras do segmento de eletroeletrônicos do mundo, empresas como a Sony, Panasonic, Samsung, LG e Mitsubishi mostraram alguns protótipos de TVs especiais com capacidade 3D.

Ainda não há uma data para o seu lançamento oficial, mas de acordo com a Panasonic a ideia é colocar o produto à  venda já em 2010. O grande diferencial deste produto é que eles dispensam a necessidade dos óculos 3D. Embora ainda com falhas, é uma mostra que há um bom potencial de desenvolvimento nesse quesito.

A Philips também tem alguns aparelhos como esse em teste sendo comercializados para grandes corporações. Estimativas dão conta que o preço desses aparelhos, que utilizam uma tecnologia batizada de WoW vx, gira na faixa de onze mil euros.

Pequenos avanços colocados no mercado nos últimos anos estão tornando essa possibilidade mais real. Um deles é o aumento da frequência das telas de LCD, de 60 Hz para freqüências de 120 Hz e 240 Hz. Isso permite imagens em movimento mais nítidas e com menos borrões durante as transições.

Como isso é possível sem os óculos?

A grande sacada do efeito em 3D sem óculos está nas telas de cristal líquido. Quando combinadas lentes especiais (visores autoestereoscópicos) com a maior frequência de transição de imagens, o resultado é a projeção de uma imagem que é captada pelo olho humano como sendo em terceira dimensão.

Como explicamos, a projeção 3D simula a visão do olho humano e, por isso, tanto na captação quanto na projeção, é preciso duas imagens para simular os olhos esquerdo e direito e compor uma única imagem.  Na televisão 3D são geradas duas imagens simultâneas, que vistas através de uma lente no próprio cristal líquido, fazem com que o cérebro perceba apenas uma única imagem, criando a ilusão da terceira dimensão.
O futuro vai invadir sua casa.

Os custos ainda são proibitivos e há muito a ser desenvolvido. Segundo especialistas, os efeitos por enquanto só são perceptíveis de maneira convincente em telas maiores do que 50 polegadas. Além disso, não basta ter uma TV em terceira dimensão é preciso que haja conteúdo sendo produzido também para esse formato. E aí entra em cena também a necessidade de popularização do Blu-ray, mídia que dá suporte a essa alta resolução necessária.

Terceira dimensão na palma da sua mão

Depois das TVs os próximos a ganhar telas 3D serão os celulares, players e iPods. Mas se anteriormente dissemos que a percepção do 3D só é eficiente em aparelhos de TV superiores as  30 polegadas, como isso será possível nas pequenas telas dos celulares?

Na tecnologia móvel 3D é você quem fará a diferença. Quanto mais próximo você chegar do aparelho, menor será o campo da sua visão (o espaço entre você e o aparelho), mas seu campo de visão (o espaço que você enxerga) permanece o mesmo.

A ideia não é nova, apenas o seu desenvolvimento é que é. A Sharp lançou  em 2003 um modelo 3D no Japão. Equipamentos como esse não fizeram sucesso ainda pelo simples fato que praticamente não há conteúdo disponível nesse formato para os aparelhos. Se você já é usuário do iPhone também pode assistir a vídeos em 3D, mas para isso vai precisar usar óculos especiais.

E você, já teve experiências com imagens em terceira dimensão? O que achou? Essa nova tecnologia é tão 
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Melhorando a comunicação entre as pessoas

terça-feira, 15 de junho de 2010

Pense em desenvolver uma estratégia de comunicação que transmita as informações mais importantes de uma maneira facilmente assimilável pelas pessoas.


Por Sonia Jordão

Muitas vezes precisamos comunicar nossos objetivos, tarefas e planos a outras pessoas. E isso deve ser feito com habilidade, para conseguirmos bons resultados.

Imagine-se como uma estação de rádio. Em algum lugar a transmissão está acontecendo, porém só vai captar aquela mensagem quem estiver com o rádio ligado e na mesma sintonia. Assim são as pessoas, nem sempre o que você fala é ouvido e compreendido.

Pense em desenvolver uma estratégia de comunicação que transmita as informações mais importantes de uma maneira facilmente assimilável pelas pessoas. Há pessoas que se comunicam melhor através da fala e outros através da escrita. Muitas vezes, mesmo que você seja um bom ouvinte e fale bem, precisará escrever as instruções para que o outro consiga assimilá-las bem e entendê-las.

Muitas vezes precisamos saber falar em público, veja algumas orientações para ter sucesso nestes momentos:

• Prepare-se bem e certifique-se de ter todos os recursos necessários à mão. Sempre que possível use imagens, porque uma imagem pode valer mais do que mil palavras.
• Seja claro. Tenha certeza de dizer algo que não seja: vago, ambíguo ou obscuro.
• Seja simples. Busque fazer com que as questões complicadas tenham as suas formas mais simples, porém, sem banalizá-las. Procure evitar também o uso de linguagem técnica de difícil assimilação.
• Ponha entusiasmo em sua mensagem, coloque vida nela. Se a mensagem for bem humorada, excitante, desafiadora e alegre, a equipe sentirá mais vontade de realizá-la.
• Lembre-se que a boa comunicação não se faz somente com a palavra. Ela se faz também pelo olhar, pelo gesto e pela postura.
• Observe se o volume da sua voz chega onde precisa, se todos ouvem o que você diz. Verifique, também, se você está posicionado no melhor local do ambiente.
• Preocupe-se com o seu visual. Vista - se elegantemente e com conforto, porém da maneira mais discreta possível. É importante chamar a atenção para o que vai falar e não para si mesmo.
• Seja natural, saber falar em público não significa ser um grande orador. Procure ser você mesmo.

Uma coisa importante ao falar é a capacidade de se expressar: quando a comunicação é bem feita o grupo se sente motivado a participar. Para que todos compreendam a mensagem, a pessoa que estiver comunicando deve levar em conta para quem se fala. A voz deve ser clara e com um volume adequado ao ambiente e ao tamanho do grupo, caso queira ressaltar algo, é conveniente aumentar seu volume. Sempre que possível procure variar a entonação; se você fala em um mesmo tom de voz, sua fala pode ficar monótona. Ser expressivo ajuda muito a captar a atenção dos ouvintes. Utilize recursos que possam atrair a atenção do grupo: como mover as mãos e braços, caminhar pela sala. Claro, que sem exageros. É fundamental olhar, com a maior tranqüilidade possível, para todos os ouvintes, focando cada pessoa que estiver presente, não olhe para uma só pessoa, evitando assim que alguém se sinta menosprezado e outros intimidados.

Embora a expressão verbal possa parecer a mais comum, continuamente nos comunicamos através de gestos, expressões faciais, movimentos das mãos, postura e expressão corporal, para que se atinja o fim pretendido.


Sobre o Autor: 
Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante, consultora empresarial e escritora.
Autora do livro “A Arte de liderar – Vivenciando mudanças num mundo globalizado”, e dos livros de bolso “E agora, Venceslau? - Como deixar de ser um líder explosivo” e “E agora, Lívia? – Desafios da liderança”.
Sites: www.soniajordao.com.br, www.tecerlideranca.com.br e www.umnovoprofissional.com.br
E-mail: tecer@soniajordao.com.br
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Energia: Intestinos dos cupins podem ter solução para energia no mundo

sábado, 5 de junho de 2010

Redação do Site Inovação Tecnológica - 14/04/2005


"Os intestinos dos cupins poderão salvar o planeta." Essa curiosa afirmação poderia facilmente passar por uma brincadeira. Mas a coisa muda de figura quando se verifica que ela foi feita pelo cientista Steven Chu, Prêmio Nobel de Física de 1997, durante uma das mais importantes conferências de Física do mundo, que está se realizando em Warwick, Inglaterra.


O Dr. Chu está tentando criar um esforço mundial entre os cientistas, na busca de uma nova fonte de combustível que não seja danosa ao meio-ambiente. Falando para algumas das mentes mais brilhantes do mundo, ele explicou como está fazendo sua parte: estudando os intestinos dos cupins. A escolha de tão peculiar objeto de pesquisa, obviamente não foi por acaso.


O intestino dos cupins é o local onde a própria natureza resolveu um problema crucial, que hoje aflige a humanidade: a geração de uma fonte de energia neutra em carbono. Os intestinos dos cupins recebem a celulose, um material não digerível, e a convertem para etanol, hoje tido como um dos combustíveis mais versáteis e promissores para figurarem como uma fonte de energia ambientalmente correta para o futuro.


A pesquisa se mostrou tão interessante que 56 outros pesquisadores já se juntaram à equipe do Dr. Chu, no Laboratório Lawrence Berkeley, Estados Unidos.


Os Estados Unidos subsidiam os agricultores para que eles plantem milho para a produção de etanol. Mas o balanço dessa equação é largamente negativo, devido ao fato de que o processo não é neutro em termos de geração de carbono. "Do ponto de vista do meio-ambiente," explicou o Dr. Chu," teria sido melhor se nós tivéssemos simplesmente queimado petróleo."


"Mas fontes de energia neutras em carbono são um objetivo alcançável. Uma população mundial de 9 bilhões de pessoas, previsto como sendo o pico a ser alcançado, poderia ser alimentada com o cultivo de menos do que um terço da área agricultável do planeta. Uma parte da área restante poderia ser destinada ao cultivo de grãos para geração de energia. Mas a maioria de toda a matéria das plantas é celulose - um combustível sólido e de baixa eficiência, tão futurístico quanto queimar lenha. Se os cientistas puderem converter a celulose em combustíveis líquidos, como o etanol, os problemas mundiais de oferta e armazenamento de energia poderiam ser resolvidos de uma tacada só."


É aí que entram os cupins. Um bilhão de anos de evolução produziu uma fábrica de alta eficiência na transformação de celulose em etanol, muito superior a qualquer coisa que a mais alta tecnologia atual possa vislumbrar. A idéia do Dr. Chu é justamente descobrir o processo que se passa nos intestinos dos temidos insetos, reproduzir esse processo de forma artificial e resolver o problema energético mundial.


Financiamentos imensos são disponíveis para curar as "doenças dos ricos", tais como câncer e enfermidades diversas do coração, afirma, contundente, o professor Chu. "Se não conseguirmos curar o câncer nos próximos 50 anos, será trágico, mas a vida irá continuar. Mas se nós não conseguirmos desenvolver uma fonte de energia neutra em carbono, a vida irá mudar para todo mundo."
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AUTO CAD PARA PRINCIPIANTES

quinta-feira, 27 de maio de 2010

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VÍDEO AUTO CAD

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A incógnita da internet no jogo político-eleitoral

sábado, 22 de maio de 2010


Há um consenso entre os que estudam a internet de que ela terá uma grande influência na definição dos novos centros de poder que estão surgindo na sociedade contemporânea. Mas o que ninguém sabe é como este processo vai se desenrolar, quando os seus resultados aparecerão e de que forma.
Os processos eleitorais configuram momentos em que as pessoas tomam decisões que vão moldar o cenário político e por conseqüência uma nova geografia do poder no país ou na região. Como a internet já faz parte do contexto social contemporâneo, ela começa a provocar reações desencontradas tanto entre os conservadores como entre os liberais.
As pessoas tomam decisões a partir de mensagens captadas pelo sistema cognitivo individual que por sua vez está condicionado a contextos específicos, dando origem a percepções diferenciadas. As mensagens são transmitidas e recebidas dentro do processo da comunicação, transportadas pelos chamados meios de comunicação (jornal, rádio, TV, internet, cinema, livros, publicidade, propaganda etc.).
A internet é um meio de comunicação que opera no contexto de redes sociais formadas por usuários que interagem de forma horizontal e descentralizada. Estas características levaram o sociólogo espanhol Manual Castells a afirmar que “numa sociedade em rede, a política é essencialmente a política da mídia”[1], ou seja ela é determinada pela política dos meios de comunicação.
É esta característica que está deixando os conservadores nervosos e beligerantes enquanto os liberais mostram-se perplexos e desorientados. A internet quebrou o controle quase absoluto que os conservadores tinham sobre os meios de comunicação e isto os está assustando muito. A multiplicação vertiginosa dos weblogs, a disseminação viral dos twitters e o crescimento constante das redes como Facebook , os colocam diante de situações não previstas e incontroláveis.
O controle da comunicação sempre foi junto com a força militar o binômio responsável pela hegemonia de um segmento social cujo poder é financiado pela acumulação de riquezas. Como os conservadores estão perdendo o controle da comunicação isto os está obrigando a rever o seu modelo de poder político. A recente crise no sistema financeiro mundial é um sintoma deste ajuste, que até agora ninguém sabe como vai terminar.
Por seu lado, os liberais, ainda não chegaram a um consenso sobre o modelo econômico que viabilizará os negócios digitais, a longo prazo. A ausência deste modelo fragiliza os seus questionamentos políticos porque mantém a dependência dos internautas em relação à economia convencional.
Politicamente, a geração internet mostra-se refratária às práticas e valores tradicionais tendendo ao nihilismo eleitoral. Mas esta atitude, embora rotulada como apolítica, é na verdade profundamente política, porque aponta para o surgimento de um contra-poder alimentado pela comunicação horizontal e descentralizada dentro da internet.
Os dilemas e incertezas dos que desconfiam da internet são claramente visíveis na imprensa brasileira, que se mostra integrada ao sistema de poder político hegemônico no país, sem dar-se conta de que existe um contra-poder em gestação, cujo perfil é totalmente distinto daquele que caracterizou a esquerda.
A cobertura das eleições presidenciais deste ano faz parte deste contexto midiático e tende a fortalecer a idéia de que só existe um poder político, o que é uma ficção. Existe um poder hegemônico, mas a internet está criando outro que funciona segundo regras próprias e que em sua maioria ainda não foram suficientemente materializadas. A única coisa que se sabe é que ele provavelmente será fragmentado e descentralizado.
Carlos Castilho
[1] Mais detalhes no recém lançado livro Communication Power, na página 8.  http://www.observatoriodaimprensa.com.br


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COLÚMBIA

sexta-feira, 21 de maio de 2010


Data:
04.15.1998
Título:STS-90 Columbia reversão RSS
Descrição:Com o giro Estrutura de Serviços (RSS) reverteu, na esquerda, o Space Shuttle Columbia está quase pronto para o lançamento da missão STS-90. Reversão dos RSS é um marco importante de comprovação, normalmente ocorrem durante a espera T-11 horas em L-1 (o dia antes do lançamento). A previsão de lançamento de Columbia em 16 de abril de plataforma de lançamento 39B foi adiado 24 horas devido à dificuldade com a rede de sinal do processador n º 2 sobre a nave. Este dispositivo formatos de dados e comunicações de voz entre o solo eo ônibus espacial. A unidade, que está localizado no meio da nave-plataforma, será removido e substituído. Antes do lançamento, uma das etapas finais será o de carregar o tanque externo com cerca de 500 mil litros de hidrogênio líquido e oxigênio líquido para alimentar os três motores principais sondas. Tanking ainda não tinha começado quando o lançamento agendado para abril 16 foi limpo. STS-90 é destinada a ser o lançamento de Neurolab, uma missão quase 17 dias para examinar os efeitos dos vôos espaciais no cérebro, medula espinhal, nervos periféricos e órgãos sensoriais do corpo humano.
ID:KSC-98PC-0483
Crédito:NASA no Centro Espacial Kennedy (KSC-NASA)
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Towards a new test of general relativity?

terça-feira, 13 de abril de 2010


http://www.esa.int/MiniSites/header_gsp_new.jpg


Towards a new test of general relativity?

23 March 2006
Scientists funded by the European Space Agency believe they may have measured the gravitational equivalent of a magnetic field for the first time in a laboratory. Under certain special conditions the effect is much larger than expected from general relativity and could help physicists to make a significant step towards the long-sought-after quantum theory of gravity.

Just as a moving electrical charge creates a magnetic field, so a moving mass generates a gravitomagnetic field. According to Einstein's Theory of General Relativity, the effect is virtually negligible. However, Martin Tajmar, ARC Seibersdorf Research GmbH, Austria, and colleagues believe they have measured the effect in a laboratory.
Their experiment involves a ring of superconducting material rotating up to 6 500 times a minute. Superconductors are special materials that lose all electrical resistance at a certain temperature. Spinning superconductors produce a weak magnetic field, the so-called London moment. The new experiment tests a conjecture that explains the difference between high-precision mass measurements of Cooper-pairs (the current carriers in superconductors) and their prediction via quantum theory. They have discovered that this anomaly could be explained by the appearance of a gravitomagnetic field in the spinning superconductor (This effect has been named the Gravitomagnetic London Moment by analogy with its magnetic counterpart).  

Small acceleration sensors placed at different locations close to the spinning superconductor, which has to be accelerated for the effect to be noticeable, recorded an acceleration field outside the superconductor that appears to be produced by gravitomagnetism. "This experiment is the gravitational analogue of Faraday's electromagnetic induction experiment in 1831.
It demonstrates that a superconductive gyroscope is capable of generating a powerful gravitomagnetic field, and is therefore the gravitational counterpart of the magnetic coil. Depending on further confirmation, this effect could form the basis for a new technological domain, which would have numerous applications in space and other high-tech sectors" says ESA study manager Clovis de Matos. Although just 100 millionths of the acceleration due to the Earth’s gravitational field, the measured field is a surprising one hundred million trillion times larger than Einstein’s General Relativity predicts. Initially, the researchers were reluctant to believe their own results.
 
 


"We ran more than 250 experiments, improved the facility over 3 years and discussed the validity of the results for 8 months before making this announcement. Now we are confident about the measurement," says Tajmar, who performed the experiments and hopes that other physicists will conduct their own versions of the experiment in order to verify the findings and rule out a facility induced effect.
In parallel to the experimental evaluation of their conjecture, Tajmar and team also looked for a more refined theoretical model of the Gravitomagnetic London Moment. They took their inspiration from superconductivity. The electromagnetic properties of superconductors are explained in quantum theory by assuming that force-carrying particles, known as photons, gain mass. By allowing force-carrying gravitational particles, known as the gravitons, to become heavier, they found that the unexpectedly large gravitomagnetic force could be modelled.
 

"If confirmed, this would be a major breakthrough," says Tajmar, "it opens up a new means of investigating general relativity and it consequences in the quantum world."
The results, obtained in the framework of an ESA contract, were presented at a one-day conference at ESA's European Space and Technology Research Centre (ESTEC), in the Netherlands, 21 March 2006. Two papers detailing the work are now being considered for publication. The papers can be accessed on-line at the Los Alamos pre-print server using the references: gr-qc/0603033 and gr-qc/0603032.
For more detailed information, please contact:
Dipl-Ing Dr Martin Tajmar
Head of Business Field Space Propulsion
ARC Seibersdorf research GmbH
A-2444 Seibersdorf
Austria
Phone: +43 (0)5 05 50 31 42
Fax: +43 (0)5 05 50 33 66
Email: 
martin.tajmar @ arcs.ac.at 
Web: 
http://ilfb.tuwien.ac.at/~tajmar
Mr Clovis J. de Matos
General Studies Officer
European Space Agency ESA-HQ
Advanced Concepts and Studies Office - EUI-AC
8-10 Rue Mario Nikis
75738 Paris Cedex 15
France
Tel: +33 (0)1 53 69 74 98
Fax: +33 (0)1 53 69 76 51
Email: 
clovis.de.matos @ esa.int
 
 




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