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1ª RÁDIO INDÍGENA

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Instalada por Itair/PLpT. em Ten Portela. Inaugurada por Lula em 19/04/2006.

Itair Linchim

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Cabine de Comando - Aeronave Embraer 190

Páginas

BLOGS NO BRASIL E NO MUNDO

domingo, 20 de março de 2011

Na contramão mundial, brasileiros leem cada vez mais blogs

Milton Ribeiro
Os blogs são lidos cada vez menos pelos internautas da Europa, da Ásia e da maior parte dos países da América. Mas não no Brasil, onde continuam em alta. Uma pesquisa feita pela empresa de estudos sobre internet comScore revela que 71% dos brasileiros leram páginas de blogs no ano passado. Isso faz do Brasil o maior interessado nessa ferramenta virtual. Nos outros países, os acessos não passaram de 50%.
As eleições são apontadas pela comScore como uma das principais responsáveis pelo sucesso dos blogs em 2010. Foram 39,3 milhões de pessoas buscando neles informações sobre a disputa entre os candidatos a presidente da República, entre outubro e novembro. A navegação pelos blogs cresceu mais ou menos na mesma proporção em todo o país, mas foi no Nordeste onde o número de leitores mais aumentou – um salto de 72,8% para 77%. No Norte, Sudeste e Sul, essas páginas ganharam 3 pontos percentuais em acessos. E no Centro-Oeste, o avanço foi de 70,7% para 74,3%.
Para a comScore, a popularidade dos blogs estaria caindo porque eles vêm perdendo espaço para as redes sociais. Mas também aí a situação é outra no Brasil, porque o país se mantém cada vez mais ligado nestas redes, sem desprezar os blogs. Pela pesquisa, 85,3% dos internautas se interessam pelas redes sociais, enquanto a média internacional é de 70%. Comparado com 2009, o número de brasileiros frequentando as redes subiu 10%.
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2ª NOITE DA MUAMBA EM PORTO ALEGRE

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Os Carnavalescos e a organização estão de  parabéns. A infraestrutura e os desfiles no Complexo Cultural do Porto Seco funcionaram muito bem. 
A Equipe RDC Brasil acompanhou todos os detalhes e realizou sua segunda transmissão ao vivo. 
A seguir, algumas imagens do que foi mais este dia da Muamba 2011 em Porto Alegre.

















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GEOFÍSICA

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Nasa/Divulgação
Dom, 20 Fev, 08h04
Washington, 20 fev (EFE).- Um grupo de geofísicos descobriu que o núcleo da Terra gira mais devagar do que acreditava-se previamente, afetando o campo magnético, indica um artigo publicado neste domingo na revista "Nature Geoscience".

O estudo desenvolvido pelo Departamento de Ciências da Terra da Universidade de Cambridge detalha que o núcleo do planeta se move mais lentamente do que o grau anual do que se pensava, a velocidade de rotação é inferior a um grau a cada 1 milhão de anos.
O núcleo interno da Terra cresce mais devagar na medida em que o fluído externo vai se solidificando sobre a superfície do núcleo externo, afirma a pesquisa de Lauren Waszek, e a diferença na velocidade hemisférica leste-oeste deste processo fica congelada na estrutura do núcleo interno.
"Descobrimos que a velocidade de rotação provém da evolução da estrutura hemisférica, e assim demonstramos que os hemisférios e a rotação são compatíveis", explica Waszek.
Até agora, assinalou a geofísico da Universidade de Cambridge, este era um importante problema para a geofísica, "porque as rápidas velocidades de rotação eram incompatíveis com os hemisférios observados no núcleo interno, não permitiam tempo suficiente para que as diferenças congelassem a estrutura".
Para obter estes resultados, os cientistas utilizaram ondas sísmicas que cruzaram o núcleo interno, 5,2 mil quilômetros abaixo da superfície da Terra, e as compararam com o tempo de viagem das ondas refletidas na superfície do núcleo.
Posteriormente, observaram as diferenças na rotação dos hemisférios leste e oeste e comprovaram que giram de maneira consistente em direção a leste e para dentro, por isso que a estrutura mais profunda é a mais velha.
A descoberta é importante porque o calor produzido durante a solidificação e o crescimento do núcleo interno dirige a convecção do fluído nas camadas externas do núcleo.
Os fluxos de calor são os que encontram os campos magnéticos, que protegem à superfície terrestre da radiação solar, e sem os quais não haveria vida na Terra.
Waszek disse que os resultados "apresentam uma perspectiva adicional para compreender a evolução do nosso campo magnético". EFE
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RÁDIOS COMUNITÁRIAS

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011


Entidade critica coordenação do MiniCom.


Informação: Observatório da Imprensa - 15/02/2011

Por Jacson Segundo

A Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço) acredita que a criação de uma coordenação dedicada ao tema dentro do Ministério das Comunicações (Minicom) ainda não é suficiente para lidar com a demanda do setor. A entidade, que esteve reunida com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, nesta segunda-feira (7) continua a defender a instalação de uma subsecretaria para a área dentro do Ministério.

A avaliação do coordenador da Abraço, José Sóter, é que a Coordenação-Geral muda pouco a política para o setor.

"Uma Subsecretaria tem mais força, mais autonomia política", defende. Assim como a nova coordenação criada, a subsecretaria também ficaria sob a tutela da Secretaria de Comunicação Eletrônica, atualmente ocupada por Genildo Albuquerque.

O Ministério já contava com um departamento para as rádios comunitárias. Segundo o Minicom, a novidade da coordenação criada seria que ela agilizaria os pedidos de habilitação de novas rádios, já que hoje esse processo é feito por um mesmo departamento que também avalia as rádios educativas e comerciais.

Sem opinião prévia

Além disso, a Coordenação-Geral de Rádios Comunitárias terá dois departamentos. Um para formulação de políticas para o setor e outro apenas para acelerar o andamento dos processos de outorgas em tramitação.

Organização administrativa essa que ainda não satisfez a Abraço, já que não alteraria tanto o atual organograma do Ministério. "O departamento (atual) ainda não resolveu nada", disse Sóter.

O nome mais cotado para assumir a Coordenação-Geral de Rádios Comunitárias é do atual chefe de gabinete da Presidência da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Octavio Penna Pieranti. Antes desta função, Octavio foi coordenador-geral de TV e Plataformas Digitais do Ministério da Cultura (MinC). Pelo MinC, ele foi membro da Comissão Organizadora Nacional da Conferência de Comunicação, realizada no fim de 2009. A informação ainda não foi confirmada pelo Ministério.

José Sóter, da Abraço, afirmou que Octavio não tem relação com o movimento de rádios comunitárias. No entanto, não emitiu opinião prévia sobre o gestor. "Se ele entrar e desenvolver um trabalho para resolver os problemas do movimento, não terá problema. Se não fizer nada para mudar, com certeza terá oposição da Abraço", ponderou Sóter.

Coleta de assinaturas sem esclarecimento

Na reunião com o ministro, a direção da Abraço apresentou um documento com 13 reivindicações do movimento, construídas pelos diretores durante o último congresso da Associação. Todos eles, segundo a entidade, dependeriam apenas de resolução do Minicom. O ministro Paulo Bernardo não emitiu opinião sobre os pontos, mas garantiu que sua equipe vai trabalhar para dar as respostas às solicitações em 90 dias, quando será feita nova reunião com as organizações das rádios comunitárias.

Uma das solicitações é que o Ministério não arquive mais sumariamente os pedidos de outorga de rádios que já funcionavam sem autorização. Segundo Sóter, essa política adotada atualmente afeta diretamente as rádios que tem um trabalho comunitário real, já que muitas dessas não esperam o aval do governo – que é lento e pouco transparente – para iniciar as transmissões.

O critério usado pelo Minicom para comparar projetos de rádios comunitárias que disputam um mesmo canal em determinado espaço também precisa ser alterado, de acordo com a Abraço. Atualmente, um critério que conta bastante é o número de assinaturas que a entidade pleiteante consegue, por meio de abaixo-assinado, em apoio ao seu projeto. Segundo a Abraço, isso possibilita que algumas organizações não-comunitárias consigam autorização para suas rádios se utilizando de coleta de assinaturas sem qualquer esclarecimento ao cidadão. "Isso não existe em lei. Defendemos que acabe com isso ou que não seja critério prioritário", pede Sóter.

Um estudo comparado com a Argentina

Já a revisão da Lei 9.612/98, que regula o serviço de radiodifusão comunitária, foi pouco tratada na reunião da Abraço com Paulo Bernardo. A Associação acredita que o novo marco regulatório trate da revisão de tal lei e, quando esse debate acontecer, espera fazer suas contribuições. Para vários especialistas e militantes da área, a lei em questão é um dos principais empecilhos para a ampliação e qualificação das rádios comunitárias no país.

De fato é bem provável que o assunto esteja presente no novo marco regulatório. Mas uma confirmação deve ocorrer apenas quando a proposta de projeto do governo vier à tona. Segundo Taís Ladeira, que também esteve reunida com Paulo Bernardo nesta segunda-feira (7/2) representando a Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc), o ministro afirmou que este mês a discussão ainda circulará apenas dentro do Poder Executivo. Já a partir de março, a promessa é que o projeto entre em consulta pública e fique por dois meses para contribuições gerais.

A coordenadora do Programa de Legislação e Direito à Comunicação da Amarc fez uma avaliação positiva da conversa com o ministro. A Associação apresentou suas propostas de mudanças legais feitas a partir da realidade do país e também de outros países. Ela ficou com a responsabilidade de apresentar um estudo comparado – a pedido do Minicom – da situação das rádios comunitárias brasileiras com as da Argentina.

Erros políticos do governo

"Ele foi muito receptivo ao que dissemos. É gratificante ver que o Ministério saiu do patamar de balcão de negócios para um de formulador. Se a gente (movimentos da área) conseguir sair do patamar do confronto para o diálogo propositivo, podemos ter algum avanço ", avaliou Taís Ladeira. As reuniões da Amarc e da Abraço com o ministro aconteceram separadamente.

Apesar de também ver avanços na relação com o governo (foi a primeira reunião da Abraço com o Minicom da história), Sóter tem avaliação menos otimista. "A versão que ainda está impregnada no Minicom é que as rádios são picaretas, não são comunitáras", opina. Para o coordenador da Associação, ainda é preciso quebrar esse preconceito existente e fazer com que o Ministério compreenda que muitos desses problemas advém de erros políticos do próprio governo. 
 
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RADIODIFUSÃO

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Paulo Bernardo: “As propostas da Confecom estão na minha mão”

Ministro das Comunicações afirma que regular o setor de comunicações é imprescindível. Mas é importante não ter pressa para que não sejam cometidos erros como os que levaram à derrubada do projeto da Ancinav.


Por Vinicius Souza
[16 de fevereiro de 2011 - 18h56]


O ex-ministro do Planejamento e atual titular da pasta das Comunicações, Paulo Bernardo participou nessa terça-feira 15 de fevereiro de um debate no Sindicato dos Bancários de São Paulo sobre o Plano Nacional de Banda Larga, mas que também acabou abordando outros temas como a democratização dos meios de comunicação. “A divulgação do evento gerou grande expectativa, de modo que vou falar principalmente sobre PNBL apesar de saber que muita gente aqui vai querer discutir outros assuntos”, disse o Ministro em sua fala de abertura.


De fato, o público estava interessado na evolução do plano de massificação da internet iniciado pela presidenta Dilma, quando ainda estava na Casa Civil, e que agora está nas mãos do Ministério das Comunicações. Segundo o Ministro, uma pesquisa recente revelou que o custo da banda larga é o principal entrave à universalização do acesso, já que as empresas privadas optaram por oferecer pacotes caros para um público limitado. “Esperamos começar a oferecer os serviços a partir de maio, por meio de parceiros locais com a infraestrutura de cabos ópticos da Telebrás, ao preço de R$ 35,00 para a velocidade de 512 Kbps”, revelou. “Se tivermos também parceria com os governos estaduais, para a retirada do ICMS, podemos chegar ao valor de R$ 29,00. A ideia é cobrir 80% da população em quatro anos. Hoje só 34% têm Internet em casa”.


Questionado sobre os planos do governo para a democratização de meios de comunicação como rádio e televisão, Bernardo disse que a regulamentação do setor é imprescindível, mas o assunto deve ser conduzido com cuidado para não ficar anos parado no Congresso ou ser derrubado como o projeto que criaria a Agência Nacional do Cinema e do Audiovisual – Ancinav. “Basta levantar esse assunto que alguém na mídia grita ‘censura’”, reclamou. “Por isso, estamos trabalhando com calma sobre o anteprojeto deixado pelo ex-Ministro Franklin Martins, já conversamos com a Ministra Helena Chagas, da Comunicação Social, e Ana de Hollanda, da Cultura, para entregarmos à Presidência um projeto de regulamentação com chances reais de ser aprovado após um ou dois meses de consulta popular”.


Lembrado pela plateia que o tema já foi ampla e democraticamente discutido por milhares de pessoas de todo o Brasil durante o processo da Conferência Nacional de Comunicação, no segundo semestre 2009, o Ministro admitiu que nenhuma das centenas de propostas da Confecom já foi implementada. “As propostas estão na minha mão e são de minha responsabilidade para serem usadas no projeto de regulamentação”, assumiu quando perguntado por essa reportagem.
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Saiba mais sobre os 65 anos do primeiro computador eletrônico digital

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Sex, 11 Fev, 06h36
Por Isis Nóbile Diniz, da Redação Yahoo! Brasil


Hoje em dia um iPhone na mão de uma criança é um brinquedo manipulado com extrema naturalidade. Quem nasce na era do touch-screen não imagina que está diante de um velhinho que, nesta segunda-feira (14), completa 65 anos de vida: o computador digital. A data marca o lançamento do Eniac (abreviação de Electrical Numerical Integrator and Computer), desenvolvido na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, entre 1943 e 1946. A importância do Eniac está em ser o primeiro computador eletrônico digital que calculava em larga escala.
"O Eniac foi o primeiro do tipo desenvolvido nos Estados Unidos em um projeto bem sucedido e predecessor de computadores importantes para a evolução dessas máquinas", afirma Maria Cristina Ferreira de Oliveira, professora do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da Universidade de São Paulo (USP). Segundo a professora, o projeto inicial previa o investimento de US$ 150 mil, mas acabou custando US$ 400 mil. "Na época, para criar qualquer máquina era necessário mihões de dólares", conta Maria Cristina.
Computadores e a guerra
Engana-se quem imagina que, na década de 1940, os pesquisadores pensavam em elaborar um computador para uso pessoal. Essas máquinas se desenvolveram significantemente com a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais. O Eniac, por exemplo, foi criado para calcular tabelas balísticas. "Os americanos queriam saber como deveriam posicionar seus canhões para certar o alvo. Antes do Eniac, esses cálculos exigiam grande esforço humano, sistematizado e automatizado com o computador e que também reduziu erros", explica a professora.
O Eniac demandava muita mão de obra. Ele ocupava uma sala com 300 m2, tinha 2,5 m de altura e pesava 30 toneladas. Possuía 17.470 válvulas que esquentavam e , por queimarem, sempre tinham que ser substituídas. Ele era programado fisicamente por um painel repleto de plugues e chaves - conforme a posição delas, ele executava uma tarefa.
Os dados eram inseridos por meio de cartões perfurados, sendo que o resultado era apresentado em um painel repleto de luzes, chaves e cabos que acendiam ou apagavam de acordo com a função. Realizava cinco mil operações aritméticas por segundo. De acordo com o Computer History Museum, localizado na Califórnia, Estados Unidos, em uma década esse trambolho fez mais contas do que a humanidade inteira tinha feito até então. "Hoje, qualquer calculadora de engenharia é mais rápida que ele", conta Maria Cristina.
História do computador
No livro "Introdução à Programação com Ada 95", o autor Arthur Vargas Lopes conta que as avós dos computadores eram as máquinas de somar no início do século 17. Em meados de 1800, criou-se uma conhecida como "difference engine" que definiu o conceito de computador digital mecânico controlado por programa, que incorporava uma unidade aritmética, uma unidade de armazenamento, mecanismos para leitura e gravação de cartões perfurados para impressão".
Segundo o museu Computer History Museum, o censo de 1890 nos Estados Unidos, com cerca 63 milhões de habitantes, não teria terminado antes de 1900 se não fosse criada a máquina de tabulação que lia dados gravados em cartões perfurados. Inspirado na ideia, em 1934, o computador Mark 1, projetado na Universidade de Harvard, multiplicava dois números de 23 dígitos em seis segundos - um computador atual faz o mesmo em menos de um segundo.
Depois do Eniac, nasceu o Edvac com memória binária - como são os computadores atualmente -, marcando o aparecimendo dos modernos computadores digitais. O Edvac, diferentemente do antecessor, usava a mesma memória para armazenar dados e programas sem a necessadade de alterações na parte física (espécies de manivelas). Em seguida, veio o Univac, primeiro computador comercial. "Antes, os computadores eram essencialmente usados em ambientes acadêmicos e de pesquisa", explica Maria Cristina. "Países, bancos, grandes coorporações tinham interesse nele, já que fazia cálculos funcionando em diferentes contextos", completa.
A demanda pelo computador crescia em meados de 1950. Na época, os interessados reservavam horas para usá-lo. Até que vieram os mainframes, que poderiam ser comprados por um preço mais acessível, mas deveriam ser mantidos em salas refrigeradas. Para aplicações acadêmicas, foram criados os minicomputadores e, em seguida, os microcomputadores e os computadores pessoais (PCs). Até chegarmos ao que conhecemos hoje. Veja a evolução dos computadores, com fotos do Computer History Museum:
Computer History Museum

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Saiba como a tecnologia de conexão 4G vai transformar o uso da internet móvel

sábado, 5 de fevereiro de 2011

As operadoras de celular ainda nem cobriram todo o território brasileiro para disponibilizar internet móvel 3G. E as companhias ligadas à área de telecomunicações já estão pensando no próximo passo para evolução de tecnologia de internet móvel: a 4G.

As principais vantagens da conexão à internet da 4G são as altas taxas de transferência de dados, que terão velocidade que atingem a casa das dezenas de megabits. Elas têm e melhor qualidade do serviço, no sentido de que, mesmo em movimento, por exemplo, o sinal de internet que uma pessoa receberá em seu smartphone ou modem não será “drasticamente” reduzido.

Imagine iniciar uma videochamada com um amigo que está fora do país no seu trajeto ao trabalho ou assistir a um filme, carregado diretamente da internet em um smartphone, durante uma viagem. São esses alguns dos benefícios que redes 4G poderão trazer aos usuários.

“As duas características básicas de uma rede 4G são o uso do IP  – de modo que cada equipamento estará conectado à internet – e velocidades maiores”, explicou o Jesper Rhode, diretor de inovação em novos negócios da Ericsson para a América Latina. Segundo ele, a empresa, em prova conceito, já atingiu a banda de 160 Mbps em redes 4G. Mas, a princípio, a banda para o usuário final deve variar entre 20 Mbps e 40 Mbps.

À título de comparação, atualmente, uma banda larga móvel 3G tem velocidade nominal de 1 Mbps. Na prática, o valor pode variar conforme a disponibilidade de sinal na região.

Outra característica, apontada por Rhode, é a questão da competitividade com empresas que oferecem banda larga cabeada. “Hoje, as operadoras fixas têm vantagem, pois oferecem serviços mais estáveis. Porém, com a 4G o campo competitivo aumenta, porque o usuário final terá mais opções.”

4G no mundo

A novidade já está sendo usada – na maioria das vezes em caráter de teste – em alguns países. Nos Estados Unidos, por exemplo, operadoras como a Sprint já oferecem o serviço de forma comercial utilizando a tecnologia WiMax. Em testes feitos por David Pogue, colunista do “The New York Times”, a velocidade do download alcançou 2,6 Mbps (cerca de 4 vezes mais rápido que a transmissão 3G, que lá chega aos 676 kbps), como celular HTC Evo 4G.

Porém, no site da operadora americana, é informado que a média de velocidade de acesso varia entre 3 e 6 Mbps, podendo atingir picos de 10 Mbps. Além disso, a cobertura é bem pequena: apenas 51 cidades dos Estados Unidos estão habilitadas para ter o serviço.

Já na Europa, a primeira rede 4G foi instalada na Suécia e na Noruega pela operadora TeliaSonera. Utilizando a tecnologia LTE (Long Term Evolution), a empresa atingiu velocidades de download que variam entre 20 Mbps e 80 Mbps. As operadoras americanas Verizon e AT&T também planejam adotar o LTE. No Brasil, a expectativa é que os testes com tecnologia 4G no país comece em 2012.

Tecnologias envolvidas

A UIT (União Internacional de Telecomunicações), órgão ligado à ONU responsável pelas normatizações relacionados à telecomunicações, ainda não definiu qual tecnologia deverá ser usada. No entanto há duas opções que estão no páreo para se tornarem o próximo padrão de tecnologia móvel: WiMax e LTE (Long Term Evolution).

Ainda que ambas tenham funcionamento semelhante – utilizam a tecnologia OFDM (Orthogonal Frequency-Division Multiplexing) e são baseadas em redes IP – há grupos de empresas que defendem cada uma das tecnologias. O WiMax tem apoio, por exemplo, da Intel e Motorola, enquanto a LTE tem apoio de operadoras GSM e fabricantes como a Ericsson pelo mundo.

“A tecnologia LTE deve ser adotada, pois algumas operadoras GSM, e mesmo algumas que operavam com a tecnologia CDMA, escolheram o padrão”, afirmou Eduardo Tude, presidente da Teleco, uma empresa de consultoria em telecomunicação. A implantação exige pouca alteração da estrutura existente, pois usará as mesmas redes 2G e 3G. Porém, no Brasil, empresas como a Sky, em Brasília, e a Telefônica, em São Paulo, já realizaram testes experimentais com internet via WiMax.

Faixa de frequência
A grande discussão no país para a realização de testes de tecnologias “consideradas 4G” é a definição de uma faixa de frequência. Segundo Tude, no Brasil ainda não tem frequência para isso. Há duas possibilidades: usar a frequência de operadoras de televisão via satélite ou usar a frequência de televisão analógica, que ainda vai demorar a ser desativada.

Alguns países da América Latina como Chile, Argentina, Peru e Colômbia já definiram frequências para 4G.
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Novas tecnologias, novos modos de ensinar, novos modos de aprender

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Neste interessante vídeo, temos um paralelo entre as evoluções de diversas tecnologias, com destaque ao meio Web e às novas ferramentas no campo da educação.
Vale à pena assisti-lo.

Itair Linchim

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SAIBA COMO FUNCIONAM OS LASERS

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

SITE B. PIROTO
COLUNA "COMO FUNCIONA"
LINK:      http://www.bpiropo.com.br/cf20050704.htm
(VER TAMBÉM "LINKS" NO RODAPÉ DO BLOG)
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why and how create 3D models for Google Earth?

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010



HOW CREATE:





NOVO PARADIGMA:

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VÍDEO EM 3 DMENSÕES (USE ÓCULOS PARA 3D)

domingo, 21 de novembro de 2010

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DICAS DE INFORMÁTICA

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Os 25 piores hábitos no mundo da tecnologia

Sex, 5 Nov - 10h30
Todo mundo tem vícios no mundo da tecnologia: que atire a primeira pedra quem nunca usou a palavra senha como senha. Mas agora vamos cavar mais fundo, em busca dos hábitos realmente ruins que podem causar danos permanentes ao seu computador, seu bolso e seu estado de espírito. Apresentamos a vocês os 25 piores hábitos no mundo da tecnologia.
1. Não usar software de segurança
Então você pensou que poderia viver sem utilitários contra vírus e malware, apenas prestando atenção aos links nos quais clica em páginas web e e-mails. Está dando certo? Aposto que não por muito tempo.
Pelo amor de tudo o que é sagrado, use alguma coisa, qualquer coisa, para proteger seu PC de malfeitores que adorariam ter você, seu computador e sua conta bancária como alvo. Você nem precisa gastar dinheiro, e pode usar software de segurança gratuito como o Microsoft Security Essentials.
2. Não fazer backup de seu computador
A coisa mais engraçada sobre as pessoas que não fazem backup das informações em seus computadores é que elas sempre tem uma boa desculpa. Eu sei que estou errado, mas.... Escute: TODOS os HDs eventualmente falham. Todos, e o seu também irá falhar. Não é uma questão de se, mas de quando, e você deve estar preparado.
3. Não fazer backups off-site
Imagine que um ladrão entra em seu apartamento e rouba o seu notebook. Você pensa: não tem problema, eu fiz um backup completo ontem à noite. Mas aí você descobre que o ladrão também roubou o HD de backup, que estava do lado do notebook. Oops!
Armazene seus dados em múltiplos locais, com backups automáticos para os dados armazenados remotamente (por exemplo, em um servidor na internet). E ao fazer planos para recuperar seus dados, sempre se prepare para o pior cenário possível.
4. Responder a SPAM
Sabe porque os spammers continuam emporcalhando sua caixa postal? Porque há um número grande o suficiente de pessoas que responde às mensagens, fazendo o esforço de enviá-las valer a pena. Sim, clicar no link remova meu e-mail no rodapé da mensagem conta como uma resposta, já que confirma para o spammer que seu endereço existe, está ativo e há um cliente em potencial lendo as mensagens.
Apenas em raras ocasiões, se a mensagem vier de uma empresa legítima, seu endereço de e-mail será realmente removido da lista quando você clica no link. Lembre-se: se você não é parte da solução, é parte do problema. Invista também algum tempo aprendendo como funcionam as soluções anti-spam de seu cliente de email ou provedor. Garantimos que vale a pena.
5. Andar por aí com um computador ligado
Não há problema em tirar seu notebook da cozinha e levá-lo para a sala quando ele ainda está funcionando. Agora, tirar o notebook do escritório, enfiá-lo ligado dentro de uma mochila e encarar meia hora de metrô e um quilômetro de caminhada é uma PÉSSIMA idéia.
Um disco rígido em funcionamento pode ser danificado mesmo por um pequeno impacto (como um solavanco dentro de um ônibus), e micros podem facilmente superaquecer se deixados em lugares fechados. Desligue seu micro antes de transportá-lo. O Windows tem várias opções para modificar o comportamento do botão de força e desligar automaticamente o notebook, ou colocá-lo para dormir, quando você fecha a tampa.
6. Usar um notebook na cama
Você pode usar seu notebook na cama o quanto quiser. O problema é quando você o deixa ligado apoiado sobre seu maravilhoso edredon de penas de ganso. Edredons, cobertores, travesseiros e almofadas podem bloquear as saídas de ventilação do computador, causando superaquecimento e danos aos componentes. Além do mais, você pode acabar com um baita torcicolo se usar o computador em uma posição não natural. Use uma mesinha para notebook ou mesinha de café para manter a máquina em uma posição confortável e garantir um bom fluxo de ar.
7. Imprimir tudo
Você pode ter cópias digitais de todos os formulários, recibos e comprovantes de que precisa, basta instalar um software gratuito como o PDFCreator que imprime em arquivos PDF a partir de qualquer programa no Windows. Então pra que desperdiçar papel? Mesmo formulários hoje em dia podem ser assinados digitalmente, então antes de imprimir pense duas vezes: eu realmente preciso de uma cópia disso em papel? Seu bolso, e o meio-ambiente, irão agradecer.
8. Levar a câmera digital para a praia
Se um grão de areia sequer entrar no obturador ou mecanismo de zoom de sua câmera, ela já era. Se você realmente quer fotografar na praia, coloque a câmera dentro de um case à prova dágua, também conhecido como caixa estanque. Ou então compre uma câmera resistente feita para aguentar areia, água e neve sem problemas, como estes modelos da Sony e da Panasonic .
9. Deixar o notebook no carro
Ladrões ficam à espreita em estacionamentos movimentados e procuram pessoas engravatadas que distraidamente deixam suas malas de notebook no carro, mesmo que por alguns minutos. Tudo o que eles tem a fazer é quebrar uma janela, agarrar a mala e pronto, seu portátil virou história em menos de 10 segundos.
Colocar a mala no bagageiro do carro em uma rua movimentada à vista de todos também é uma péssima idéia. Bandidos podem seguí-lo e esperar você dar bobeira para atacar, seja com um revólver em punho ou simplesmente abrindo o porta-malas quando você estacionar, algo ainda mais fácil que quebrar a janela.
Se você precisa deixar o notebook na mala do carro, faça isso em um local discreto, longe dos olhos de curiosos. Melhor ainda, leve o notebook com você.
10. Guardar todos os seus e-mails!
Todas as mensagens que você recebeu em sua vida estão sentadinhas na sua caixa de entrada em ordem cronológica? Parabéns! Você não só tem um histórico perfeito de toda sua comunicação online como a garantia de que nunca mais conseguirá achar uma mensagem importante no meio de tudo aquilo.
Use pastas e tags (marcadores) para separar suas mensagens por categoria (trabalho, pessoal, importante, etc...) e seja liberal no uso da tecla Delete para apagar mensagens que não terão mais serventia.
11. Não aprender os atalhos de teclado
Você sabia que há pessoas que não sabem que Ctrl+C serve para copiar um item e Ctrl+V para colar? Não estou dizendo que você tem que decorar todas as combinações de Alt, Ctrl e Shift existentes, mas quanto mais você aprender, mais cedo vai terminar seu serviço. É simples: é necessário mais tempo para pegar o mouse e clicar em Arquivo / Salvar do que para teclar Ctrl + S.
12. Instalar coisas demais
Porque o Windows está tão lento? Porque você instalou três programas de mensagens instantâneas e 7 barras de ferramentas em seu navegador. Depois que tudo isso estiver instalado o estrago já está feito, porque muitos destes programas deixam para trás rastros que são difíceis de eliminar. Você pode fazer um esforço para Limpar seu PC , mas se precaver é a melhor opção. Antes de instalar um programa, faça a pergunta: eu realmente preciso dele?
13. Jogar fora os recibos
Uma lei universal diz que os seus eletrônicos irão quase sempre pifar imediatamente após o fim do período de garantia. Mas de vez em quando eles deixam de funcionar antes disso. Você pode conseguir que eles sejam consertados de graça, desde que se lembre de onde colocou o recibo.
Mantenha-os em uma pasta separada na mesma gaveta onde você guarda documentos importantes como o contrato do aluguel ou do plano de saúde. E se você quiser economizar espaço, pode digitalizá-los com um scanner e guardá-los em seu computador. Só não se esqueça de fazer backup (vide itens 2 e 3 desta lista).
14. Entrar numa fila para comprar um produto
Lembra-se da vez que você passou uma semana dormindo em uma barraca na porta da loja para ser o primeiro cara na sua cidade a comprar um PlayStation 3? Você poderia ter gasto esse tempo com coisas mais produtivas. Acredite: não importa se você comprar o videogame hoje ou daqui a um mês, ele vai funcionar do mesmo jeito. Na verdade nem se dê ao trabalho de ir até a loja: compre online e deixe os correios fazerem o serviço pesado por você.
15. Bater no seu computador
Você tem todo o direito de ficar bravo, já que o Windows dá motivos suficientes para tirar qualquer um do sério. Mas lembre-se: há muitos meios para otimizar e até reparar o seu PC, mas abusar dele fisicamente, seja chutando o coitado ou arremessando-o para o outro lado da sala não faz parte da lista. E gastar dinheiro com um computador novo por causa de um ataque de raiva não vai fazer você se sentir bem. Quando o sangue ferver pare, respire fundo, recupere a compostura e procure ajuda na internet. Há soluções para quase tudo.
16. Salvar arquivos em qualquer lugar
Quando a conta de luz chega você a joga em cima da mesa, em uma pilha com as fotos da família, folhetos de pizzaria, o jornal de domingo e um monte de DVDs? Ou você gasta os 20 segundos necessários para colocá-la no lugar certo? Nem precisa responder. Assim como nos e-mails, organize seus arquivos em pastas. Elas são suas amigas.
17. Fazer check-in em serviços como o FourSquare
As únicas pessoas que realmente se interessam em saber se você está no McDonalds ou na lavanderia do Sr. Lao são aquelas que você não quer que saibam disso. A exceção é se você estiver em um lugar muito legal, como o Monte Fuji, o Palácio de Versailles ou Chernobyl. Nesses casos, pode fazer check-in à vontade.
18. Citar a Wikipedia com convicção
Quando você precisa confirmar um ponto de vista com um fato, com certeza o melhor lugar para procurá-lo é em um website gigantesco que qualquer um pode modificar anonimamente, e onde farsas e pegadinhas podem sobreviver impunes por anos. Hmmm... acho que não.
Se você realmente tem que usar a Wikipedia, clique nos links para as notas de rodapé para consultar as fontes e verificar o quão verídico é o conteúdo do verbete. 
19. Colocar fotos hilárias na internet
Ei colega! Parece que você se divertiu à beça na despedida de solteiro do Antônio, hein? Esse é você com uma garrafa de vodka na mão? Que original! E parece que você e a menina do teu lado estão pra lá de Bagdá. Ou pelo menos foi isso que o chefe disse quando mandou o link pras fotos para a empresa toda. Boa sorte com aquele seu aumento...
Não estamos dizendo que você deve se comportar como Madre Teresa, mas se quiser salvar estes momentos para a posteridade, faça isso de forma privada. Se você realmente precisa colocar as fotos na internet, preste muita atenção às configurações de privacidade do Facebook e de outras redes sociais e sites de compartilhamento. Não tagueie as fotos comprometedoras com seu nome e não deixe escancaradas fotos e informações que possam fazer você passar por situações constrangedoras, agora ou no futuro.
20. Acreditar no vendedor
Vamos colocar desta forma: se o simpático vendedor realmente entendesse muito de computadores, não estaria andando pela loja de uniforme e perguntando se você precisa de ajuda. Claro que há exceções, mas também há motivos suficientes para colocar um pé atrás.
Antes de comprar ou mesmo de ir à loja, faça uma pesquisa sobre o produto procurando reviews escritos por outros usuários e comentários em fóruns de discussão, e compare os preços e condições de pagamento em várias lojas. Uma simples busca no Google pelo nome do produto mais a palavra review ou análise pode ser a diferença entre fazer um ótimo negócio ou acabar com um mico na mão.
21. Ignorar as especificações técnicas
Atualmente a maior tendência no mundo da tecnologia é oferecer um produto em três categorias: uma versão básica, uma para usuários mais avançados e uma extreme, que inclui tudo e mais um pouco, cada uma com preço maior que a anterior.
O problema é que muitas vezes, fora uma caixa mais bonita e alguns penduricalhos extras, a Extreme não faz muito mais que a versão básica, ou tem recursos dos quais você não precisa. Mas você comprou ela assim mesmo, porque não leu a ficha técnica do produto e não conhecia a diferença.
Descobrir o significado de cada item em uma ficha técnica e quais deles realmente importam pode dar um trabalhão (vide nosso Especial sobre Câmeras Digitais ), mas é um tempo que será bem gasto.
22. Usar uma única senha para tudo
Basta que sua operadora de telefonia escorregue e deixe vazar informações sobre seus assinantes para que um malfeitor, de posse de sua senha de auto-atendimento, acesse seu e-mail, conta no banco e perfil de rede social. É como uma pista expressa para ladrões de identidade!
Nos dias de hoje, ter uma senha única para cada site é algo impossível, mas ao menos use um conjunto de várias senhas, e guarde as melhores para os serviços mais importantes. Gerenciadores de senha e serviços como o LastPass.com podem ajudar.
23. Não ter um endereço de e-mail descartável
Não dê seu endereço principal de e-mail para sites questionáveis ou pessoas que você encontrou na balada. Um endereço descartável que você checa de vez em quando é uma solução melhor. É pra isso que o GMail foi inventado.
24. Não trancar seu smartphone
Quando um pilantra encontra um smartphone perdido, a primeira coisa que ele irá fazer é quantas ligações interurbanas e internacionais precisar. Depois, ele vai coletar toda a informação que puder para uso em spam ou roubo de identidade. 
Mas você pode evitar tudo isso colocando uma simples senha no aparelho. Ou investir em ferramentas de segurança como o Norton Mobile Security para o Android, que permite bloquear o aparelho à distância e até formatar a memória interna com um simples comando via SMS, impedindo que suas informações caiam em mãos erradas.
25. Postar comentários online
Eu sei: você tem o contra-argumento perfeito para um dos pontos deste artigo, e vai digitá-lo no formulário ali em baixo para ser o comentário número 86 na página 4. Touché. Por favor gente, estamos em 2010. Se você tem algo bom a dizer, pelo menos faça o favor de usar o Twitter, onde tem mais chances de ser ouvido. Mas seja educado.
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